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Ricky Martin é um dos maiores nomes do entretenimento, seja você uma pessoa que consome música latina ou não.

Desde que assumiu publicamente sua sexualidade, em 2009, o artista passou a ser um dos grandes representantes da causa LGBTQ+ e forma uma família com Jwan Yosef e seus quatro filhos pequenos. Há poucos dias, o casal foi capa da revista CAP 74024 onde, além de posar, falaram também sobre a vida a dois entre outros assuntos.

As fotografias publicadas foram atacadas por homofóbicos que aproveitaram para criticar o que eles mais temem: o amor. Os comentários acabaram causando a mesma sensação que o artista tinha há mais de dez anos, antes de se assumir.

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Nas redes sociais, Ricky Martin falou sobre a situação e ressaltou que os medos passados hoje são combustíveis para ele continuar lutando pela comunidade LGBTQIA+. “Pausa… Hoje quero falar do meu lado mais vulnerável. Faz uma semana, subi umas fotos com meu marido para uma edição especial da revista CAP 74204“, escreveu o cantor nas redes sociais. “Para ambos, foi uma experiência maravilhosa e uma maneira de celebrar nosso orgulho. O que não esperava, ainda mais depois de todo trabalho que é feito há tanto tempo, é que um grande número de pessoas decidiram deixar de nos seguir ou comentar de maneira desrespeitosa.

Claro, não é o número de seguidores que me preocupa, é a mensagem que existe por trás dessa decisão que me provocou o mesmo sentimento que tive anos antes de compartilhar publicamente sobre minha orientação sexual. Esse mesmo medo que me paralisava, me atormentava e não me deixava ser. Hoje vejo essas fotos e o que sinto é uma paz plena de poder celebrar minha família como merecem. Me celebrar como eu sou, sem se importar com o que vão dizer.

E esse medo que estou falando, não me paralisa mais, ao contrário, me dá muito mais força e me empurra para continuar trabalhando pelo bem estar de milhões de pessoas que sofrem todos os dias coma falta de aceitação. O que mais desejo nessa vida é que todos nós possamos nos sentir livres, orgulhosos de nós mesmos, felizes e que sejamos amados, respeitados e aceitados. Que possamos nos expressar como nascemos, sem ter represálias ou sermos castigados. Não é justo continuar perdendo vidas valiosas por culpa dos preconceitos e falta de educação. Àqueles que se sentem perdidos ou não valorizados por serem quem são, existe uma comunidade que os aguarda com os braços abertos. Vocês valem muito, não esqueçam, por favor”.

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