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Já era de se esperar. O álbum El Madrileño, lançado na última semana de fevereiro, estreou entre os dez álbuns latinos mais escutados nos EUA. É a primeira vez que C. Tangana aparece em qualquer chart de álbuns da Billboard.

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Em oitavo lugar no Latin Pop Albums, o material começa com mil unidades equivalentes na última semana – mais uma vez, o streaming foi o grande responsável: mais de 1,5 milhões de plays sob demanda. É o primeiro álbum de espanhol que entra no top 10 do ranking desde 2018, quando Rosalía ficou em #1 com El Mal Querer (álbum, aliás, que o artista ajudou a criar diversas canções).

El Madrileño, terceiro álbum da carreira, não é apenas uma homenagem à sua cidade (Madri, Espanha), mas também um projeto que mistura as raízes da música espanhola com guitarras eletrônicas, rap e outras sonoridades únicas. 

“Vim do rap e sempre gostei da música vanguarda com a música de rua, pessoas que complicam um pouco a vida fazendo música urbana”, brincou. “Tive a sensação que o que eu estava fazendo não era suficiente. Sempre tenho a sensação de que, quando as coisas vão bem, não estou pressionando meu lado artístico o suficiente”.

Das catorze faixas presentes no disco, doze são parcerias. “O maior desafio foi a visão geral, a lista de faixas final, porque há muitas colaborações que ficaram pela metade, muitas demos restantes”, revelou à Billboard. “O que eu realmente queria representar com El Madrileño era uma espécie de carta de apresentação. Não é que eu seja um novo artista, mas poderia praticamente ser chamado assim com o que o resto do meu repertório se parece.”

Sobre o processo de gravação, que indicada que levaria até mais dois anos para ser lançado, o artista conta como foi interessante trabalhar com tantos artistas, que inclui, aliás, o brasileiro Toquinho. “Foi interessante porque foi uma experiência diferente com cada artista. Com o Jorge, por exemplo, nos juntamos para escrever. Com Eliades, nos unimos para compor tudo do zero. Eu fornecia coisas da Espanha, mas ele queria tocar com seu povo e os músicos do Buena Vista Social Club. Mandamos para Toquinho a voz nua e pedimos que ele colaborasse também no violão. ”

“É um elogio e um reconhecimento chegar a esse ponto na carreira. Estou loucamente feliz, de verdade. Vou comemorar abrindo uma garrafa de vinho, assando peixe e brindando a esta entrada. ”

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